Os pensamentos curam mais que os medicamentos.

OS PENSAMENTOS CURAM MAIS QUE OS MEDICAMENTOS

Texto longo mas que poderia ser lido por TODOS. Bruce Lipton reclama uma nova medicina, a que tenha em conta a capacidade de curar pela energia, muito mais eficaz que os medicamentos. Ele tem conseguido unir ciência e espiritualidade. Não é pouco mérito seu se temos em conta os “alérgicos” que são os científicos aos temas transcendentais. É doutor em Biologia Celular e foi pioneiro na investigação com células mãe. Seus estudos sobre a membrana celular e as modificações das células segundo o ambiente lançaram as bases da nova epigenética. Seus descobrimentos (que eram contrárias à visão científica estabelecida de que a vida é controlada pelos genes) e o estudo da física quântica, o levaram a criticar duramente a medicina convencional. É autor de livros como A BIOLOGIA DA CRENÇA (vale a pena todos lerem) e A BIOLOGIA DA TRANSFORMAÇÃO.

Veja a entrevista!

01) Você assegura que a medicina convencional vai por um mal caminho? Tão perigoso são os medicamentos que nos prescrevem?

Nos dão medicamentos para a enfermidade, porém, isto causa muitos problemas no corpo. Porque esta medicina baseada na farmacologia não entende como está inter-relacionada toda a bioquímica do organismo. Quando tomo uma pastilha química e a introduzo em meu corpo, não só afeta aquele lugar onde tenho o problema, mas afeta a muitas outras coisas de uma vez. São os chamados “efeitos secundários”. Porém, na realidade, não são secundários mas sim, diretos. Não entendem que o efeito das drogas sozinhos, criam efeitos múltiplos. Segunda as estatísticas em EEUU, os fármacos matam ali mais de 300.000 pessoas a cada ano! E estas pessoas são muito mais que as que morrem por drogas ILEGAIS. Há algo que não funciona na ciência médica. Fazem algumas coisas bem, como a traumatologia, porém, está matando muito mais gente do que ajudando. Precisam aprender como funcionam as células.

02) E o que se descobriu sobre as células que a medicina não leva em conta?

Eu tenho trabalhado com elas desde os anos 60. Fui um pioneiro porque nesta época havia muito pouca gente trabalhando com isso. E um experimento que fiz nesta época mudou a ideia que teria do mundo. Coloquei uma célula mãe em uma placa de Petri e, como a cada dez horas se divide em dois, ao longo de duas semanas, tive milhares de células, todas idênticas. Logo colhi algumas delas, as coloquei em outra placa e mudei o ambiente celular (são mais como peixes porque vivem em um ambiente fluido). Mudei a química nesta placa e ali se formaram músculo. Depois, colhi outras da primeira placa e as coloquei em um ambiente diferente, e se formou ossos, e outras, se converteram em gordura ao voltar a mudar o ambiente. Então, a pergunta é muito simples: o que controla o destino das células? Todas as células eram idênticas, o único que era diferente era o ambiente. Quando coleto células saudáveis e as coloco em um ambiente nocivo, a células adoecem e morrem. Se um médico as olhasse, diria: “O medicamento deve ser dado?” Porém, não faz falta nenhum medicamento! Mude o ambiente nocivo, colocando-as em um ambiente saudável e as células saram. Nós humanos somos uma comunidade de 50 trilhões de células, por tanto, a célula é um ser vivo e a pessoa é uma comunidade. O ser humano é uma PLACA PETRI coberto de pele!

03) Qual é o ambiente da célula que devemos cuidar?

Dentro de mim há 50 trilhões de células e o ambiente para elas é o sangue, por isso a composição do sangue muda o destino da célula. E o que controla o sangue? Então, o sistema nervoso, que cria uma química diferente segundo o sistema exterior. A célula e o ser humano são a mesma coisa. Por isso, se colocar o ser humano em um ambiente nocivo, igual a célula, também adoecerá.Se o transferir para um ambiente são, então irá se curar. Por tanto, a medicina culpa a células pelas enfermidades e trata de mudar a química das células, porém, este não é o o problema; O PROBLEMA É O AMBIENTE. E se mudar a pessoa de ambiente, sem medicamentos, o cérebro mudará a química. O cérebro da célula e da pessoa leem e entendem o ambiente.

04) Em um ambiente sadio, nos curaremos automaticamente? Assim, tão fácil?

Não é tão fácil, porque a mente interpreta. Podemos entender que estamos em um ambiente muito sadio e que a mente o lê como um ambiente negativo ou prejudicial. Então cria uma química que fará o corpo adoecer. A diferença entre a célula e o ser humano é que este tem uma mente que faz uma interpretação e a célula lê o ambiente diretamente. Se coloca um programa com erros na mente, então a química que irá gerar não estará em harmonia com a vida. E isto nos serva para entender como funciona um placebo. Mudando minha crença, penso que isto vai me curar, tomo uma pílula porque creio que isto irá me trazer saúde, me melhorar e curar, porém, a pílula poderia ser de açúcar e na realidade, não ter feito nada, a não ser minhas crenças. E a isto, damos o nome de pensamentos positivos e efeito placebo. Bruce Lipton

05) Está dizendo que o efeito placebo – crer que algo irá nos curar – é mais curativo que um medicamento? Mas não há quase nenhuma pesquisa sobre isso.

Sim, tem razão. Você tem consciência de que há mais de uma maneira de fazer energia sem ter que depender do petróleo? Assim seguimos dependendo do petróleo porque não interessa mudar os que controlam a energia. O mesmo passa com as empresas farmacêuticas. Vendem medicamentos e poder curar sem medicamentos é bom ou mal para a indústria farmacêutica? Não querem que sarem sem comprar seus fármacos. Se pode colocar energia em uma cápsula? Se fosse assim, a indústria farmacêuticas tentaria vender pra você. Se pode sarar sem usar medicamentos, a industria que os produz não ganharia dinheiro. Deveríamos poder dizer que a ciência está separada da indústria farmacêutica, mas não é assim, porque com este dinheiro se paga o desenvolvimento da ciência, e este dinheiro só vai para estudos que dizem que as drogas funcionam. O dinheiro controla a ciência. FATO.

06) Explique-nos como funciona esse poder que diz que tens a mente para a auto-cura.

Eu falei que que a mente controla: se pensa de uma maneira, se vai em uma direção e, se pensa de outra, se vai em outra. Por exemplo, fecho os olhos, os abro e vejo alguém a quem amo. Então, meu cérebro secreta dopamina, ocitocina, etc. Eu posso sentir em meu corpo, posso sentir o amor e esta química trás saúde às células. Por isso, quem está apaixonado se sente tão bem. Mas, se abro os olhos e vejo algo que me assusta, secreto hormônios do estresse e isto fazem duas coisas. A primeira é que freiam o crescimento do corpo porque se um leão está me perseguindo, necessito de toda energia para poder escapar e meu organismo apaga tudo o que não seja imprescindível para correr mais rápido, assim, se paralisa todo o que tem haver com o crescimento. A gente não sabe, porém, tem que crescer todos os dias porque, se não, você morrerá. Cada dia centenas de bilhões de células morrem e tem que ir produzindo novas. A cada três dias, o sistema digestivo renova suas células, mas se interferimos com este crescimento, então não podemos estar sadios porque estou perdendo demasiadas células ao dia, por isso, a quimioterapia faz com que se caia o pelo e cria problemas de digestão, porque mata todas as células, não somente as do câncer. A segunda consequência do hormônio do estresse é que se acaba com tudo aquilo que utiliza de energia: o sistema imunológico usa muita energia; quando está doente, se sente muito cansado porque tua energia está sendo usada pelo sistema imunológico.

07) Isto significa que o estresse nos faz adoecer?

Os hormônios do estresse apagam o sistema imunológico, inclusive, a medicina usa este efeito em alguns casos. Por exemplo, me trasplantaram um coração e meu sistema imunológico o recusou. Nestes casos, os médicos dão hormônios do estresse e isto impede que o sistema imunológico funcione. É tão claro que suprime o sistema imunológico, que o usamos como um medicamento. Quando a pessoa está diante do estresse, será afetado de duas maneiras: a primeira é que deixa de haver crescimento e a segunda é que se apaga o sistema imunológico. Desta forma, um vírus nocivo pode atacar-me facilmente. Quando estamos diante de muito estresse, adoecemos. E devo dizer que, se pegarmos uma amostra de sangue de cada pessoa, veremos que todos temos células cancerígenas. As temos sempre, porém, se o sistema imunológico está funcionando, não podem crescer. Uma vez que se apaga o sistema imunológico, elas proliferam. É como o catarro: não temos que PEGAR o vírus, nós já temos eles dentro. São organismos oportunistas. Em 90% das pessoas que vão ao médico é devido ao estresse, e também, com o câncer funciona igual.

08) Explique-nos o que é a medicina quântica ou a medicina da energia.

Como dizia, a primeira razão pela qual a medicina de hoje é questionável é porque os médicos não sabem como funcionam as células. A segunda é que a medicina está baseada na física de Newton. Não reconhecem a energia, essa parte invisível, os sinais electromagnéticos. Mas, a princípio do século XX, apareceu a física quântica, que diz que tudo é energia, o que podemos ver e também o invisível. Se olhar dentro do átomo, há eléctrons, prótons, nêutrons. E o que há dentro? Energia. A ciência mais recente indica que o corpo responde a física quântica, não a newtoniana. A medicina diz que quer mudar a química do organismo com drogas e a nova medicina diz que há de mudar a energia. E esta nova medicina, a quântica, é muito mais poderosa, porque responde primeiro ao campo energético que o físico.

09) Se todo é energia, os pensamentos são também? Como influenciam em nossa saúde?

A mente é energia. Quando pensamos, transmitimos energia, e os pensamentos são mais poderosos que a química. Assim, isto é pior para as empresas farmacêuticas porque não o podem vender. Por tanto, não os interessa uma conexão entre a mente e o corpo. Mas é certo que as próprias crenças se convertem em um campo energético, uma transmissão, e esta se transforma em uma cena capaz de mudar o organismo. E assim é como funciona a cicatrização antes do desenvolvimento da medicina. A gente sarava com os Xamãs, com as mãos… porém isto não se pode vender e por isso, a medicina não quer ir por este caminho. E é esta a razão pela qual eu mudei minha carreira. Estava ensinando em uma universidade que iria seguir com as drogas e sabia que isso não era verdade. A medicina o conhece, porém não fala disso. Sabe que o pensamento positivo, o placebo, pode curar, e também que o pensamento negativo pode matar. Um se chama placebo e o outro nocivo. Na realidade, não é que seja positivo ou negativo, é a maneira de pensar. Se o médico te dizer que tem um câncer, mesmo que não tenha câncer, se você acreditar, criará a química que gerará câncer. Por tanto, o problema não é tanto o ambiente real e sim o o que você interpreta.

11) E isto enlaça com a física quântica?

Totalmente. Por isso não funciona a medicina, porque não reconhece a ciência quântica. Não olha lá porque o dinheiro está do outro lado.

12) Você tem explicado que, na mente, quem realmente tem o poder é o subconsciente, por isso é tão difícil mudar hábitos de pensamento?

É milhões de vezes mais poderoso e mais importante que a mente consciente. Utilizamos o subconsciente em 95% do tempo.

13) Mas não o podemos controlar.

Nós podemos reprogramar. A informação do subconsciente se recebe nos primeiros seis anos de vida. Isso que aprendestes nestes anos, se converte em conhecimento fundamental em sua vida. Por tanto, há muitos estudos que demonstram que as doenças que temos quando adultos, como o câncer, tem haver com a programação e o ambiente que vivemos nos primeiros seis anos de vida.

14) Ou seja, as crianças também absorvem suas doenças ou suas atitudes negativas e, portanto, “programa” seu subconsciente. Que grande responsabilidade para os pais!

A gente, quando ouve isto, se preocupa, se culpa. Mas você não é culpado se você não sabe o que o subconsciente funciona assim. Não sabiam nossos pais, nossos avós, nossos bisavós. Agora, quando o entendem, precisam mudar a maneira de viver porque então, serão responsáveis. Está demonstrado que se uma criança vive em sua família casos de câncer, em sua maturidade, poderá aparecer um câncer embora a sua genética seja diferente. Seria como dirigir um carro: Se você foi ensinado a conduzir mal e automatizaram você dirigindo dessa maneira, é mais provável que tenha acidentes. Se te ensinaram a maltratar seu corpo com má informação, destruirá o veículo de eu corpo, cujo o condutor é a mente. O futuro é uma educação melhor para as crianças, incluindo a etapa pré-natal.

15) Podemos reprogramar o subconsciente para estar mais sadios e ser mais felizes com nossa vida?

Os comportamentos que vêm do subconsciente não são percebidos e podem estar prejudicando você. Talvez você se sinta doente e joga a culpa em outra coisa.Ao mudar estes programas errôneos no subconsciente, pode recriar toda sua vida. Há várias maneiras de fazê-lo. Se pensa que, quando a mente consciente registra algo, o subconsciente também filtra essa informação, porém, não é assim. A mente consciente é criativa e a subconsciente trata de todos os hábitos. Se você ensinar ao subconsciente algo diferente, você também ensinará ao consciente, mas não vice-versa. Portanto, a maneira de reprogramar é repetir e repetir até que um hábito seja criado. Se eu ler um livro de auto-ajuda, minha mente consciente dirá “Eu sei tudo o que há no livro e aplico”, mas o subconsciente não sabe de nada. Então você pensa: “Por que ainda assim meu corpo não funciona”? Os pensamentos positivos, o conhecimento… só funcionam em 5% do tempo, porém os outros 95% são os hábitos que temos desde a infância. E esta é a razão pela qual os pensamentos positivos não são suficientes. Ajudam, porém não vamos muitos resultados. Tudo segue igual até que você mude o subconsciente. Técnicas como a Microfisioterapia, a Leitura Biológica, psicologia baseadas em energia como a hipnose, o Psych-K, são uma maneira de mudar o subconsciente, é como um aprendizado rápido.

16) Com sua investigação, se uniu a ciência e a crença, uma combinação que a maioria dos cientistas evitam. Você crê na eternidade?

Absolutamente, sim. Não há duas pessoas iguais, e o digo pelo ponto de vista biológico. Se pegar minhas células e colocar em sua corpo, não será eu, o sistema imunológico as recusará. As células são como uma espécie de antenas em miniatura. São receptores e algumas são auto receptores. Você tem diferentes auto receptores aos meus. Mas os receptores recebem os sinais do ambiente. Se eu cortar esses receptores, a célula não terá nenhuma identidade, porque não vem de dentro e sim do lado de fora. Para explicar de forma gráfica, diria que o corpo é como um televisor: minhas antenas captam e reproduzem o programa televisivo de Bruce. Estes receptores reconhecem essa transmissão. Se estou vendo a tela e se danifica o tubo da imagem, a morte da TV mas a transmissão continua. Assim que pego outra, ligo, conecto o canal e volto a ver o programa de Bruce, porém em outra TV, o que é o mesmo, em outro ser. Se este ser tem os mesmos receptores que você, estará transmitindo o mesmo porém, em outro corpo. Isto explica a reencarnação e quer dizer que o corpo pode ir e vir, porém, a transmissão sempre estará ai.

17) Isso o fez acreditar que temos espírito?

Nunca havia acreditado em espírito, mas quando encontrei isto na célula, mudou a minha vida inteira. A pergunta que me fiz foi: por que essa duplicidade?, por que ter um espírito e um corpo? E a resposta veio de minhas células: se somente existisse o espírito, como saberia o gosto do chocolate? Só com a parte espiritual, como vivenciar um por do sol? O que se sente quando está apaixonado? Todas estas sensações vem das células do corpo, que pode cheirar, sentir, ter experiências. Capta tudo isso, o transmite ao cérebro. Se converte em vibrações e o transmite a fonte do ser. Se morre o corpo, a fonte do ser e o espírito tem a memória até que tenha outro corpo. A lição mais importante é que estar vivo é um presente, uma alegria por tudo o que podemos sentir. Quando fazemos isso, todo mundo vai estar saudável.

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Fonte: http://www.elcorreodelsol.com/articulo/los-pensamientos-curan-mas-que-los-medicamentos

Tradução: Dra. Pollyana Junqueira Microfisioterapia e Leitura Biológica

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